Happy from Lixa
-
"Happy from Lixa". Os meus parabéns à comissão de festas que realizou este
vídeo fantástico, que seguramente irá promover a Cidade da Lixa e as Festas
das...
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Eucalipto-espécie dominante em Portugal
O Inventário Florestal Nacional (IFN) de 2010 reconhece, pela primeira vez, que o eucalipto é a espécie que mais área ocupa na floresta portuguesa, encerrando uma era em que o pinheiro-bravo era a árvore dominante do país.
Assolado por mais de uma década de incêndios, por pragas como a do nemátodo e da falta de gestão, o pinhal nacional está em perda permanente desde meados dos anos 90 – entre 1995 e 2010, a área ocupada pelos pinheiros-bravos reduziu-se 13%. Em contrapartida, os eucaliptais cresceram no mesmo período 16% e, actualmente, ocupam 750 mil hectares do território nacional, contra cerca de 600 mil do pinheiro-bravo.
Nos dados preliminares do IFN, cujas conclusões serão apresentadas pelo Governo no próximo mês, regista-se ainda um crescimento de 54% da área do pinheiro-manso, correspondente à plantação de cerca de 12 mil hectares no período de comparação em análise. A valorização do pinhão explica estes resultados.
"Não estou nada surpreendido [com os novos dados]", diz João Soares, ex-director-geral das Florestas. "O eucalipto é a única espécie que dá alguma rendibilidade aos proprietários", acrescenta. Num ecossistema com níveis de precipitação superiores a 800 milímetros por ano, um hectare de eucalipto pode render, ao fim de dez anos, quatro mil euros; no pinhal, são precisos 35 anos até que se possa aproveitar madeira de qualidade para mobiliário, por exemplo. O crescimento do eucalipto até se transformar na espécie dominante do país "corresponde à resposta dos produtores florestais às condições económicas com que se deparam", concorda Américo Carvalho Mendes, professor na Universidade Católica e dirigente associativo.
A ascensão do eucalipto à categoria de principal espécie da floresta nacional fica confirmada no IFN de 2010, mas nesse documento o Instituto da Conservação da Natureza e Floresta (ICNF) faz uma revisão dos dados anteriores e considera agora que essa hegemonia já tinha sido conquistada em 2005. No IFN desse ano, o pinhal ocupava 885 mil hectares, contra 739 mil do eucalipto. Mas a adopção de novos métodos e técnicas de avaliação de áreas fez com que, agora, o ICNF calcule que em 2005 o eucalipto ocupasse já mais área do que o pinheiro.
Para os técnicos florestais e para boa parte dos economistas, a nova posição do eucalipto é irrelevante. Já para os ambientalistas o eucalipto é uma ameaça à biodiversidade e um factor de risco agravado para os incêndios de Verão. "Ao contrário de muitas expectativas negativas que foram sendo criadas, não se rompeu inteiramente o equilíbrio de áreas entre as três principais espécies, ou seja, o pinheiro-bravo, o sobreiro e o eucalipto", defende João Ferreira do Amaral, líder da Associação para a Competitividade da Floresta. Grave é, no entender de Ferreira do Amaral, o declínio do pinhal, base de uma indústria que representa 80% das empresas do sector. Neste contexto, o Governo deve actuar "pela positiva, ou seja, apoiando com políticas mais adequadas e mais bem direccionadas para o pinheiro-bravo, mas sem, por isso, bloquear o desenvolvimento das outras espécies", acrescenta Ferreira do Amaral.
A última grande intenção legislativa para o sector, que espera há meses por aprovação, é uma lei para arborização e rearborização que liberta o avanço do eucaliptal de vários constrangimentos burocráticos. A proposta está a dividir a fileira, com as celuloses e o papel de um lado, e a indústria do pinheiro do outro. Os dados do último IFN podem servir para que os opositores da lei se pronunciem contra o levantamento dos bloqueios ao crescimento do eucalipto. O Centro Pinus, que reúne empresas deste sector, manifesta "preocupação" com a situação transcrita no inventário, mas adia reacções para o momento em que a sua versão definitiva for apresentada.
Apesar do forte crescimento da sua área, o eucalipto não é capaz de suprir as necessidades de matéria-prima da indústria, que todos os anos importa 20% das suas necessidades. Em 2011, essas importações ascenderam a 97 milhões de euros. "Não é seguro que, apesar destas tendências, se atinja o crescimento da produção desejado pela indústria da pasta e do papel para garantir a plena utilização da capacidade produtiva que foi substancialmente acrescida, sem precisar de recorrer à importação", diz Carvalho Mendes. João Soares recusa uma "guerra de espécies" e recorda que o crescimento do eucalipto "é inexorável, principalmente em zonas de minifúndio".
Quanto ao pinhal, que à luz dos anteriores dados tinha perdido 400 mil hectares de área desde a integração europeia, o problema é mais difícil. Ao contrário da Portucel e da Celbi, que, em conjunto, exploram directamente perto de 200 mil hectares de espaço florestal, as suas indústrias dependem da produção externa. A redução da disponibilidade de matéria-prima é uma ameaça a uma fileira que garantiu 1335 dos 4006 mil milhões de euros de produtos florestais exportados em 2011.
Retirado de:http://www.publico.pt
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
Arrábida- da serra ao mar
Este é um filme documatário de Ricardo Guerreiro e Luís Quinta onde se retrata a história natural de fenómenos geológicos e de várias espécies selvagens que habitam aquele espaço único, que, em breve, poderá ser classificado Património da Humanidade.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Planta do mês:Azevinho
Um azevinho (Ilex aquifolium) é uma árvore ou arbusto de folha persistente, porte médio que pode atingir 15 metros ou mais. Possui uma copa colunar larga, em geral densa. Cresce nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional.
As folhas, verde-escuras, são quase
sempre espinhosas e os espinhos tendem a
desaparecer com a idade. O tronco é direito, os ramos horizontais, podendo
os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação.
A sua floração ocorre entre Abril e Junho. As flores de 6 a 8 mm
nascem em pequenos grupos nas axilas das
folhas. É uma espécie dióica,
pois tem flores femininas e masculinas distribuidas por pés diferentes.
Frutifica de Outubro a Dezembro. O fruto cujo diâmetro oscila entre os 7 e
10 milímetros é vermelho brilhante. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor
torna-se muito vistoso, em contraste com as folhas verdes-escuro.
Usa-se o azevinho como planta
ornamental, em sebes de jardins, já que suporta bem as podas frequentes.
Produz madeira branca, homogénea, pesada(não flutua na água), de boa
qualidade para ser trabalhada em marcenaria, e se tingida de negro, substitui o
ébano que era usada em móveis de luxo, baquetas de tambor ou varetas de
espingardas.
É uma árvore muito procurada na
quadra Natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo
totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O corte do azevinho no meio
natural está proibido por lei –Decreto-Lei n.º 423/89 a 4 de Dezembro. A multa avultava entre 100 e
1000 €, podendo atingir 10.000
Resistente à poluição urbana e pode viver cerca de 300 anos.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Animal do mês:Rena
Uma rena ou caribu
são grandes veados das regiões frias que vive em planícies e zonas florestais.
Sobrevivem comendo ervas, folhas, cogumelos, pequenas plantas e arbustos jovens
no verão, e no inverno raspam na neve para comer musgo e líquenes. Alguns
grupos de renas migram quase 1200 km duas vezes por ano. Os pelos das renas são
ocos, retendo calor e mantendo-as quentes. Foi domesticada há muito tempo e é
usada para puxar trenós.
Poucas horas após
o nascimento, as crias de rena já conseguem caminhar. Com dois ou três dias de
idade, são capazes de manter o ritmo da manada
sábado, 8 de dezembro de 2012
Floresta Unida
Sobre
A Floresta Unida ® tem como objectivo: Plantar 400 Milhões de árvores com 30 anos de protecção em áreas públicas ou comunitárias. Promover a protecção de povoamentos jovens e adultos já instalados num total de 150 Milhões de árvores.
Missão
Plantar 400 Milhões de árvores com 30 anos de protecção em áreas públicas ou comunitárias.
Informações gerais
Organização:
A Floresta Unida ® é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e implementa ações e conceitos que permitem a apoiar o desenvolvimento sustentável do património florestal.
Missão:
Plantar e proteger
Proteger o que está plantado
Educar e sensibilizar
Apoiar a investigação
Onde atuamos:
A Floresta Unida ® tem a sua sede em Portugal e representações em Espanha, França, Itália e no Chile. Outros países podem ser abrangidos pelos nossos programas desde sempre que exista essa necessidade.
Colaborações:
A Floresta Unida ® apenas desenvolve e implementa todas as suas ações em áreas publicas ou comunitárias, desta forma a nossa organização te estreitas parcerias com as diversas entidades que também elas fazem parte integrante dos projetos implementados.
Objetivos:
Plantar 400 Milhões de árvores com 30 anos de gestão
Proteger 150 Milhões de árvores já plantadas
Educar e sensibilizar cerca de 2 Milhões de pessoas
Razões para colaborar coma Floresta Unida ® :
Independencia
Organização
Equipa de voluntários profissionais
Sustentabilidade
" Existem várias florestas em todo o mundo e essas florestas falam linguas diferentes, nós na Floresta Unida entendemos fluentemente tudo o que elas necessitam. (DL)"
A Floresta Unida ® é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e implementa ações e conceitos que permitem a apoiar o desenvolvimento sustentável do património florestal.
Missão:
Plantar e proteger
Proteger o que está plantado
Educar e sensibilizar
Apoiar a investigação
Onde atuamos:
A Floresta Unida ® tem a sua sede em Portugal e representações em Espanha, França, Itália e no Chile. Outros países podem ser abrangidos pelos nossos programas desde sempre que exista essa necessidade.
Colaborações:
A Floresta Unida ® apenas desenvolve e implementa todas as suas ações em áreas publicas ou comunitárias, desta forma a nossa organização te estreitas parcerias com as diversas entidades que também elas fazem parte integrante dos projetos implementados.
Objetivos:
Plantar 400 Milhões de árvores com 30 anos de gestão
Proteger 150 Milhões de árvores já plantadas
Educar e sensibilizar cerca de 2 Milhões de pessoas
Razões para colaborar coma Floresta Unida ® :
Independencia
Organização
Equipa de voluntários profissionais
Sustentabilidade
" Existem várias florestas em todo o mundo e essas florestas falam linguas diferentes, nós na Floresta Unida entendemos fluentemente tudo o que elas necessitam. (DL)"
Saiba como colaborar com a Floresta Unida enviando um e-mail para florestaunida.pt@florestaunida.com .
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)






































